B3
Transformando canais digitais em tempos líquidos (sob NDA)
designer
Lidero times de design em contextos diversos e ambíguos. Acredito na liderança por referência e não por hierarquia. Sigo atuando como Principal em cases estratégicos e BHAGs.
Atuo em ambientes de alta exigência por resultados, e onde o craft determina os direcionais de solução. É a cadeira que mais exige de mim, e a que mantém minha leitura do trabalho viva.
Trago pra mesa o que aprendo como Principal e como Head: que estratégia de produto sem craft falha na execução, e que ignorar objetivos de negócio é deixar bonito algo que não importa.
Atualmente puxando o padrão @levva e @gre.ca
sobre design
O que chega como pedido raramente é o que precisa ser resolvido. Questionar e reformular o problema antes de partir pra solução é a parte do trabalho que gera mais desconforto, mas define os resultados.
Os melhores trabalhos que entreguei raramente vieram de um livro de UX. Vieram de sociologia, antropologia, comportamento de consumo, história e cultura. Design é fenômeno cultural antes de técnico — limitar o universo de referências é o que gera tantos produtos genéricos.
Continuo desenhando, não por apego, mas liderar design sem entender da disciplina é virar gargalo de aprovação. O craft é o que mantém minha leitura do trabalho viva, e o que garante consistência, legado.
Boa liderança é sobre se interessar por seres humanos, assim como bom design. Entender contexto, camadas e nuances de cada um pode ser a diferença entre travar e habilitar. É importante ser gentil com as pessoas, inclusive com você mesmo(a).
Erros são dados concretos, hipóteses são lista de desejos. Não respeito processo pelo processo — prefiro experimentar rápido, ver o que dá errado e ajustar. Tento fazer algo novo, mesmo que pequeno, todos os dias.
levva
2023 → presente
Cheguei pra estruturar a área de design e elevar a régua técnica do time. Construí o caminho me envolvendo no dia a dia, propondo rituais colaborativos e mentoria próxima. Com o time mais autônomo e novas lideranças formadas, redesenhei minha própria cadeira para atuar em frentes que impactam diretamente o faturamento, o portfólio e o posicionamento da empresa.
CI&T
2020 → 2023
O termo "Staff" ainda não era comum no Brasil, mas era exatamente minha atuação; como nômade em problemas críticos de diferentes contextos. Trabalhei na transformação digital do Bradesco em pessoa física, alta renda e seguros; no laboratório de inovação do Grupo SBF; e em iniciativas digitais da Raízen, Banco next e Grupo Fleury. Reconhecido como um dos designers mais técnicos da companhia.
Cogna Educação
2019 → 2020
Atuei numa vertical de design que atendia toda a companhia em "trens" do Ágil Escalado SAFe. Pilotei dois projetos de destaque: a reformulação do fluxo de RDM dos times de engenharia, com forte camada de service design, e o redesign do AVA, ambiente virtual de aprendizagem do Aluno — que se tornou um produto de suma importância quando a pandemia chegou no ano seguinte.
Studiare
2016 → 2019
Quando IA e Machine Learning ainda não eram assunto, a Studiare já construía trilhas preditivas de ensino que se adaptavam ao desempenho dos alunos em provas como ENEM e ENADE. Atuei como product designer e front-end — concebia produtos e codava interfaces em Ruby on Rails, num ambiente de startup acelerado pelo calendário escolar. Foi onde aprendi escala, usabilidade e design system na prática, na época em que ainda fazíamos isso manualmente em Sketch, Adobe XD e Git.
sobre mim
Filho único de mãe solteira, criado por mulheres reais. Trabalho com design há mais de 15 anos e sou um profissional obsessivo que sonha, um dia, poder ser preguiçoso sem culpa.
Morador e torcedor do Flamengo, no Rio de Janeiro. Marido da Camila, tutor do Pingo José e da Maria Filomena, e estou atravessando a crise dos 30 treinando pra correr uma maratona.